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A Biblioteca Clássica de Espantos e Assombros

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Álvares de Azevedo

O novo lançamento da Biblioteca Clássica de Estantos e Assombros, uma pequena coleção de livros voltados para autores e obras clássicas de terror, ficção científica, mistério...

Escrito no formato de uma peça de teatro, teoricamente um drama fantasioso para ser encenado, Macário tem essa mesma estrutura negada por Álvares de Azevedo: em seu texto de introdução, ele esclarece que a forma é muito mais um meio para sua literatura, e que nada daquilo fora moldado, de fato, para um palco.

Macário é um personagem perdido que, em certa noite, tem um encontro com um estranho: Satan! Que o carrega por cenários de pesadelo, expondo sua índole e revelando o horror como figura de denúncia social e, por que não?... cultural!

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Augusto Emílio Zaluar

Publicado pela primeira vez em 1875, O Dr. Benignus é considerado o primeiro romance de ficção científica brasileiro.

Augusto Emílio Zaluar cria um protagonista nos moldes dos cientistas e pesquisadores aventureiros de Júlio Verne, mas carrega sua pena em brasilidade quando envia Benignus para uma expedição em busca do conhecimento e da aventura pelo interior do Brasil. Médico e naturalista, o protagonista se depara com descobertas e maravilhas da natureza, recebe conselhos e até previsões de um inimaginável visitante vindo do Sol, reflete sobre a razão e a religiosidade e sugere um traço romantizado do amor à ciência em pleno século XIX.

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Machado de Assis

O mestre intocável da literatura brasileira, Machado de Assis foi ardiloso como criador de tramas envolventes e personagens inesquecíveis, cínico e preciso com as palavras e o jogo amoral da narrativa, e extrapolou o realismo literário de sua era flertando com o assombroso, o impossível, o gótico, o medo das coisas que não estão visíveis.

Para esta enervante coleção de histórias macabras, a Tramatura selecionou sete histórias publicadas originalmente entre 1870 e 1906. Ao longo desses trinta e seis anos, entre o fantasioso A Vida Eterna e o desolador Pai Contra Mãe, Machado ousou temas tão humanos que o sobrenatural se torna a alegoria dos dramas comuns do cotidiano — como a cínica e assustadora história de fantasmas de Sem Olhos. Ou o horror da imortalidade que depende da morte do narrador. Talvez o amor doentio de um cientista apaixonado por sua primeira esposa, morta por suas próprias mãos e cujo esqueleto... bom, é melhor você ler.

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Álvares de Azevedo

Publicado originalmente em 1855, dois anos depois da morte de Álvares de Azevedo, Noite na Taverna é um livro obrigatório para quem acha que os clássicos são açucarados e datados. ​Estamos falando de um livro extremanmente denso, violento e espantoso, não apenas por conta do enredo, mas pela pena poderosa do autor.

É comum um leitor terminar a verdadeira jornada que são as histórias contadas à mesa da taverna, pelos mais malditos bebuns que a literatura já produziu, perguntando-se: "esse livro foi mesmo escrito
há mais de 150 anos?"

​Com introdução do nosso autor Jefferson Sarmento (de A Casa das 100 Janelas), Noite na Taverna mostra a reunião de vários personagens do submundo contando de forma visceral as suas trágicas (e fantásticas) desventuras amorosas, regados a muita bebida, suspense gótico e insinuações mundanas.

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