DRÁCULA, de Bram Stoker

Que tal conhecer um pouco de como Bram Stoker construiu sua história, as pesquisas que fez, as inspirações para criar um dos personagens mais adaptados, copiados, reinventados da literatura, que já esteve no cinema, no teatro, televisão, jogos...

Oi, eu sou Jefferson Sarmento, de volta à Tramatura com um convite: vamos conversar sobre Dracula, de Bram Stoker – o livro, não o filme que Francis Ford Coppola dirigiu em 1992 – aquele com Gary Oldman, Keanu Reeves e Sir Anthony Hopkins.


Escrito na década de 1890 e publicado originalmente em 1897, portanto no final do século XIX, Drácula é um dos romances góticos mais celebrados e adaptados de todos os tempos. O personagem criado por Bram Stoker foi revisto, revisitado, traduzido, reutilizado, até ridicularizado, mas o livro permanece como uma obra prima que ser humano nenhum (nem aqueles que fazem careta para histórias de horror) pode se dar o luxo de não ler.


Criança, estamos falando de um romance que nunca, NUNCA ficou fora de catálogo desde que foi lançado!


Mas de onde o escritor irlandês tirou a ideia para a história. Mais, de onde tirou a estrutura epistolar que é uma das melhores decisões literárias de que ele poderia lançar mão? Como foi o processo de escrita? Como foi recebido? A partir de quando ele tomou a importância que tem hoje?


Aproveite o vídeo e não esqueça de deixar sua opinião.



Jefferson Sarmento é escritor da Tramatura, autor de A Casa das 100 Janelas, Relicário da Maldade, Alice em Silêncio... e colaborador da Casa de Tramas.





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